A fé sempre pode ser observada

Aos 11 anos de idade vim da Itália para São Paulo, Brasil, com minha mãe e irmã para nos reunirmos ao nosso pai e irmão que trabalhavam aqui há alguns anos. Que felicidade voltarmos a ser uma família unida.

Cresci amando os dois países, a Itália onde nasci e o Brasil que nos acolheu e nos deu oportunidade de vivermos melhor.

Casei e tive 5 filhas que procuramos educar corretamente, com muito amor e respeito às culturas brasileira, italiana e japonesa que originaram nossa família.

Antes de dormir rezávamos em italiano, incluindo a oração do Anjo da Guarda que minha avó paterna ensinara-me de pequena: “Angelo di Dio, che sei il mio custode, reggi, proteggi, govername, che ti fu affidata dalla pieta celeste, cosi sia”. Em português: “Anjo de Deus que é meu guardião, me apoie, proteja, governe, como lhe foi confiado por piedade celestial, que assim seja”.

“Anjo de Deus que é meu guardião, me apoie, proteja, governe, como lhe foi confiado por piedade celestial, que assim seja”

Até que um dia, um senhor de origem italiana, cujo nome era Angelo, mudou-se para uma casa vizinha, ficando amigo de nossa família e tratando bem as meninas. Algum tempo depois, minhas filhas sugeriram que não havia mais necessidade de rezar o “Angelo di Dio”, pois Deus já havia atendido nossas orações, enviando o Sr. Angelo para ser nosso vizinho… Continuamos orando diariamente as demais orações.

História de Umberta Kanasawa

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